
Segundo a ex-senadora e aliada de Eduardo Campos (PSB) na corrida presidencial, a aprovação do Plano Nacional de Educação é mais urgente do que a lei que limita a criação de partidos, já que estabelece metas para os próximos dez anos, em que os investimentos pulem dos atuais 5,6% para 10% do PIB
6 DE DEZEMBRO DE 2013 ÀS 06:06
247 – A ex-senadora Marina Silva, atual aliada do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), na disputa pela Presidência em 2014, critica o Congresso para aprovação de projetos de lei, que segundo ela, não tem caráter de urgência.
Em artigo na Folha de S. Paulo, Marina diz que Plano Nacional de Educação é mais urgente do que a lei que limita a criação de partidos, já que estabelece metas para os próximos dez anos, em que os investimentos pulem dos atuais 5,6% para 10% do PIB.
Segundo ela, a falta desses recursos trava o Brasil, como provaria o desempenho do Brasil n o ranking do Pisa (Programa Internacional de Avaliação de Alunos) - o país somou 410 pontos em leitura, dois a menos do que a sua pontuação na última avaliação e 86 pontos abaixo da média dos países da OCDE (Leia o artigo na
íntegra aqui).
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