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sexta-feira, 24 de abril de 2020

Carreta roubada na BR-163 em Nova Mutum é recuperada em São José do Rio Claro/MT; suspeitos são detidos


POLÍCIA
sexta, 24 de abril de 2020
Uma Carreta Scania R480 prata, roubada na manhã de ontem (23), na BR-163 em Nova Mutum, foi recuperada pela Cavalaria e pela Força Tática na manhã desta sexta-feira (24), próximo ao trevo da Libra no município de São José do Rio Claro/MT.
Após tomar conhecimento do roubo a mão armada, e que o sinal do rastreador se encontrava nas proximidades do trevo da Libra, sentido ao município de São José do Rio Claro/MT.
A equipe da Cavalaria com apoio da Força Tática se deslocou até ao local, localizando a carreta com a carga de soja em meio a um canavial sem o motorista.
O Coronel Fernandes da Cavalaria da PM, quem trás mais Informações da ocorrência; Veja o vídeo;


No interior do veículo WV gol,  preto, foi localizado ferramentas e materiais utilizados para adulteração do veiculo produto de roubo, um carregador de bloqueador de sinal, chupa cabra entre outros objetos.
Já na região, em buscas dos criminosos, A Força tática foi informada de que um veiculo de cor branco, com os  suspeitos que  estariam dando apoio logístico ao grupo criminoso, o veículo foi localizado no período da noite das proximidades, foi dado ordem de parada mais os suspeitos pararam e  correram a pé para dentro do canavial, sendo alcançados, dois foram detidos pela guarnição, um conseguiu fugir. Após abordagem no veículo WV Gol de cor branco, foi localizado em posse dos suspeitos, um rolo de arame de lacre, um comprimido de rebite, e uma balança de precisão.
O terceiro suspeito que havia conseguido fugir, foi detido nesta manhã pela força tática, na entrada de São José do rio Claro/MT, o mesmo havia rendido um caminhoneiro com sua família.
A Carreta apreendida, os veículo usados na ação criminosa e o suspeitos de 19 e 42 foram encaminhados a Delegacia Judiciária Civil de Nova Mutum/MT para as devidas providências. já o terceiro suspeito foi encaminhado á delegacia de São José do Rio Claro.

TEXTO: Redação Agitos Mutum
FOTOS: Leandro Campos/Agitos Mutum

Aras pede ao STF para investigar acusações de Moro contra Bolsonaro

O Procurador-Geral da República pediu que o STF abra inquérito para apurar crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação e obstrução de justiça possivelmente cometidos por Bolsonaro e delatados pelo ex-ministro Moro nesta sexta-feira
Augusto Aras e Jair Bolsonaro
Augusto Aras e Jair Bolsonaro (Foto: Divulgação)
247 - O Procurador-Geral da REpública, Augusto Aras, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que abra inquérito para investigar supostos crimes cometidos por Jair Bolsonaro e delatados pelo ex-ministro da Justiça Sergio Moro nesta sexta-feira (24).
A PGR aponta crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.
A decisão de abertura do inquérito precisa de aval do Supremo, que é dado pelo ministro relator ainda não definido.
“A dimensão dos episódios narrados revela a declaração de Ministro de Estado de atos que revelariam a prática de ilícitos, imputando a sua prática ao Presidente da República, o que, de outra sorte, poderia caracterizar igualmente o crime de denunciação caluniosa”, alega Aras.
“Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão", acrescenta.
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Moro tem provas documentais para derrubar Bolsonaro


Interlocutores do ex-ministro da Justiça relataram que Sérgio Moro e Jair Bolsonaro tiveram inúmeras conversas pessoais e de governo pelo WhatsApp, que podem comprovar as acusações feitas pelo ex-juiz
Sérgio Moro e Jair Bolsonaro
Sérgio Moro e Jair Bolsonaro (Foto: Anderson Riedel/PR | Marcos Corrêa/PR)
247 - As acusações de Sérgio Moro contra Jair Bolsonaro estão respaldadas em provas documentais.
Segundo os jornalistas Andreza Matais e Fausto Macedo, do Estado de S. Paulo, interlocutores do ex-ministro relataram ao Estado que Moro e Bolsonaro tiveram inúmeras conversas, pessoais e de governo, especialmente pelo WhatsApp, canal usado pelo presidente para dar ordens aos subordinados.
"Essas fontes observaram que Moro tem uma experiência de 22 anos na função de juiz criminal e sabe, como poucos, que não se acusa alguém sem provas concretas. Pelo menos sete crimes que Bolsonaro teria cometido foram apontados pelo ex-ministro no pronunciamento que fez nesta sexta-feira. Moro surpreendeu até sua equipe ao revelar com detalhes que o presidente manifestou interesse em interferir na autonomia da Polícia Federal. Ordens que ele nunca repassou. Bolsonaro nunca teve uma conversa a sós com o diretor-geral da PF, Maurício Valeixo", afirmam os jornalistas.

Moro pede demissão do governo: “Foi prometida carta branca”


O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, pediu demissão do governo hoje pela manhã. A demissão foi motivada pela troca no comando da Polícia Federal. A entrevista de Moro está sendo concedida no Ministério da Justiça.

“Disse ao presidente que não havia problema em trocar o comando da PF. Mas para isso era necessário uma causa, um motivo concreto”, disse o agora ex-ministro. “Não é a questão do nome. Há outros bons nomes. O problema da troca era uma violação da promessa de que eu teria carta branca. Em segundo lugar não havia causa para a troca. E haveria interferência política na Polícia Federal”, disse Moro.

“Falei ao presidente que seria uma interferência política. Ele disse ‘seria mesmo', afirmou Moro. “O presidente me disse que queria ter uma pessoa da confiança dele, que ele pudesse ligar, obter informações. E esse não é o papel da Polícia Federal. As investigações têm que ser preservadas”, afirmou. “O grande problema não é quem entra, mas por que entra”, afirmou Moro. “Busquei uma solução alternativa para tentar evitar uma crise política durante a pandemia. Mas entendi que não podia deixar de lado meu compromisso com o estado de direito”, disse. “A exoneração é um sinal de que o presidente não me quer no cargo”, afirmou.

Ele ainda falou sobre seu futuro após deixar o governo. “Abandonei a magistratura. É um caminho sem volta. Agora vou descansar um pouco. Depois vou procurar um emprego. Não enriqueci, nem como magistrado nem como ministro”.

Mudança durante pandemia

Moro lamentou precisar fazer pronunciamento durante pandemia. “Queria ao máximo evitar que isso acontecesse; mas aconteceu. Não foi por minha opção”, afirmou. Ele abriu o pronunciamento relembrando a carreira e ressaltando a importância da Operação Lava Jato. “Antes de assumir o cargo, fui juiz federal por 23 anos, tive diversos casos criminais relevantes e desde 2014 tivemos em particular a Lava Jato. Que mudou o patamar de combate à corrupção no país. Aquela grande corrupção, que em geral era impune, esse cenário foi modificado”.

“Foi me prometido na ocasião carta branca para nomear todos os assessores, inclusive dos órgãos policiais, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Federal”. O agora ex-ministro afirmou que entende as críticas que recebeu e que seu objetivo principal era o “combate à corrupção”.

Ele negou ainda que tivesse exigido um cargo no STF para assumir o ministério. Moro afirmou ainda que a única condição que pediu foi um auxílio para sua família em caso de “algo acontecesse”, pois havia aberto mão de seu benefício da Previdência ao deixar o Judiciário. “Uma única condição eu coloquei, não ia revelar, mas agora não faz mais sentido esconder. Como eu estava abandonando 22 anos de magistratura, perdia a previdência. Pedi apenas que se algo me acontecesse, que a minha família não ficasse desamparada, sem uma atenção”, afirmou.

Segundo Moro, ele aceitou o cargo após Bolsonaro concordar com as condições impostas por ele. “Minha avaliação é que a aceitação foi bem acolhida pela sociedade. Me via como também um garantidor, pelo meu passado de juiz e meu compromisso com o estado de direito, que eu poderia ser um garantidor da lei e da imparcialidade e autonomia dessas instituições.” Na coletiva, ele exaltou ainda o desempenho do Ministério da Justiça no combate ao tráfico de drogas e à corrupção. Ele citou dados como a queda de 19% em assassinatos em 2019.

Troca na PF

Na quinta-feira (23), Bolsonaro informou a Moro sobre a troca na PF, que foi oficializada hoje no Diário Oficial da União. Maurício Valeixo, que deixou o cargo, tinha total confiança do ministro. Desde o ano passado, Bolsonaro falava em trocar o comando da PF a fim de ter maior influência sobre a corporação.

A postura do presidente perante a pandemia de coronavírus também pesou na decisão do ministro. O presidente tem contrariado orientações do órgão de saúde e provocado aglomerações em saídas por Brasília. Bolsonaro também demonstra publicamente ser contrário ao isolamento social, atualmente a única medida considerada eficaz de combate da doença.

Na Polícia Federal, a expectativa é de que Bolsonaro nomeie o diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Alexandre Ramagem, como chefe da PF.

Com informações IstoÉ

Ceará passa de 5,1 mil casos de coronavírus e registra 293 mortes


Já passa de 5,1 mil o número de pessoas infectadas pelo novo coronavírus em 124 municípios do Ceará. O número de casos agora é de 5.521. Em 24 horas, o estado registrou mais 22 confirmações de óbitos e agora contabiliza 293 mortes em decorrência da Covid-19. Fortaleza ultrapassou a marca dos 4 mil casos da doença. Os dados são da plataforma IntegraSUS da Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) atualizada às 18h05 desta sexta-feira (24).

Do total de infectados, a Capital acumula 4.063 e 228 óbitos, sendo a cidade com maior circulação do novo coronavírus. Com 181 e 109 casos, respectivamente, Caucaia e Maracanaú, na Região Metropolitana, aparecem na sequência.

Em todo o Ceará, a Sesa informa que investiga 15.989 casos e já realizou 19.753 exames para testagem da doença. A taxa de letalidade da Covid-19 está em 5,7%. 

Com informações Diário do Nordeste 

domingo, 19 de abril de 2020

Bolsonaro abre o jogo: que morram quantos tiverem de morrer

Bolsonaro fala com apoiadores em frente ao Palácio do Planalto

Nas últimas horas, em duas falas, Jair Bolsonaro foi o mais explícito possível quando ao seu plano macabro para o Brasil na pandemia: que o isolamento social acabe, a vida volte ao normal e morram quantos tiverem de morrer.
Nesta sexta-feira, na posse do novo ministro da Saúde, Nelson Teich, ele afirmou: “abrir o comércio é um risco que eu corro, se agravar vai cair no meu colo”. Quis dizer, o desgaste será seu, mas está disposto a pagar esta conta.
Na conta de Bolsonaro já está boa parte das 2.347 mortes. Alguns dos que morreram podem ter caído em seu canto de sereia, podem ter se mirado em seus maus exemplos e se descuidado da autoproteção, rompendo o isolamento. Mas quem morrer não vai para o colo de Bolsonaro, vai para a sepultura. Será que não pensam nisso os que apoiam sua pregação genocida?
Hoje, em mais um mau exemplo, ele foi receber um grupo de apoiadores na porta do Palácio do Planalto, onde juntaram-se os que pedem a volta ao trabalho e católicos que combatem o projeto que flexibiliza a proibição do aborto, que nem está em pauta neste momento. Quase todos sem máscara, aglomerados na porta do palácio, entregando objetos que Bolsonaro pegava com a mão. Nem mesmo os PMs da segurança estavam todos de máscara. Um desatino total.  E ali Bolsonaro disse que “70% vão pegar (o vírus), não tem como. Se não for hoje vai ser amanhã, vai ser daqui a um mês. Nós temos é que trabalhar e proteger os mais idosos”. Disse ainda que vai resistir a um suposto golpe: “ninguém vai me tirar daqui”.
Além de ter uma visão fatalista da pandemia, Bolsonaro demonstra que não está entendendo nada da estratégia mundial de retardar a contaminação da população para evitar o colapso do sistema de saúde. Pois se todos “voltarem ao normal”, os hospitais ficarão entupidos, não haverá leitos nem UTIs, haverá mortos pelos corredores, como já aconteceu em Manaus. Teremos médicos escolhendo quem vai morrer e quem vai se tratado, como aconteceu na Itália.
Quando ele diz que 70% vão pegar mesmo o vírus, e que devem todos voltar ao trabalho, ele está ignorando completamente o risco de colapso. Ainda que 70% venham a ser infectados, isso não pode acontecer ao mesmo tempo, se não teremos o caos hospitalar. Ou Bolsonaro não consegue entender nisso, por burrice mesmo, ou não se importa que isso aconteça, morram quantos morrerem.
Ninguém sabe dizer de onde ele tirou este número de 70% mas está pregando uma espécie de darwinismo epidemiológico. Que todos enfrentem o vírus, e os que forem mais fortes vão sobreviver. Quem tiver que morrer, que morra.  E agora ainda temos o novo ministro da Saúde “completamente afinado” com o chefe. Esta declaração de que a compra de respiradores é desperdício, porque não teremos o que fazer com eles depois também joga a favor da morte.
Uma vida pode depender de um respirador, e ele acha que não são necessários.  Mas Bolsonaro sabe, e ele mesmo reconheceu hoje na confraternização macabra na porta do Planalto, que não tem poder sobre os governadores, que não pode determinar a reabertura do comércio. Então, está fazendo sua narrativa para o futuro, para quando sobrevier a conta econômica da pandemia: “eu bem que defendi os empregos mas os todos ficaram contra mim”. O problema é que sua estratégia narrativa, sua pregação da volta à normalidade, é produtora de mortes.

“Forças ocultas” podem levar Bolsonaro à renúncia

A situação política do presidente Jair Bolsonaro se agrava, a cada minuto, hiato no qual diminui rapidamente sua popularidade, em queda livre, apesar de ainda contar, por enquanto, com o nada desprezível capital que ainda acumula, algo em torno de menos de 30% da população. Porém, até mesmo esse núcleo duro bolsonarista poderá se esvair, caso haja agravamento geral da crise sanitária e econômica provocada pela pandemia da COVID-19. Sendo assim, não é muito difícil prever que o presidente vai terminar renunciando.

A tendência existe e tem sido sinalizada por vários segmentos, da oposição e do próprio governo. O manifesto assinado por lideranças de oposição, como Fernando Haddad, Ciro Gomes, Guilherme Boulos, Flávio Dino e presidentes nacionais de todos os partidos de esquerda, exigindo sua renúncia, é um belo indicativo. Os generais que o rodeiam no Palácio do Planalto também não estão muito satisfeitos com Bolsonaro, que se tornou incontrolável. Esses militares se transformaram em “bombeiros”, apagando incêndios a toda hora.

Jair nunca teve compostura, ética, bagagem intelectual, qualificação técnica, compromisso com a sociedade, entre outros aspectos nada qualificadores, para exercer os cargos que ocupou, ao longo de sua vida profissional e trajetória como parlamentar. Muito menos não o tem, nem nunca terá, para ocupar o de Presidente da República, que é uma instituição em si. Ou seja, ele não respeita, até agora não respeitou e dificilmente respeitará, em momento algum, a liturgia da posição que ora ocupa.

No limite da paciência

Por isso, não é de se admirar que até mesmo esteja no limite a paciência dos generais da ativa – exceto os de pijama, de extrema-direita, bolsonaristas de carteirinha –, que teoricamente assessoram Jair, no Palácio do Planalto. Certamente, há canais de comunicação ativados entre a ala presidencial – e outros setores do governo federal –, o Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal (STF) e setores do empresariado, que trabalham com o cenário de renúncia, por força das circunstâncias, insuportáveis até agora.

O presidente, em sua cruzada negacionista, pode até ter um ganho fôlego extra, na briga com o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, que teria contrariado esses generais, ao ter dado declarações, em entrevista ao Fantástico, da Rede Globo, responsabilizando Bolsonaro pelo sinais trocados no combate à epidemia. Ao que parece, a ordem é desconstruir, desmoralizar o ministro, minando, de forma efetiva, as ações do governo federal no sentido de combater as consequências da pandemia da COVID-19 no Brasil.

O objetivo seria ridicularizar Mandetta, até ele tomar a iniciativa de pedir demissão do próprio posto ministerial. Ficaria fácil acusá-lo de abandonar o País no momento mais necessário da história, em nome de motivações menores referentes a orgulho ferido, oportunismo político-eleitoral, insubordinação, etc. Mas o ministro teria o antídoto: ficar, dobrar a aposta na falta de coragem de arcar com o ônus de sua exoneração, a ser assumido por Bolsonaro, e criticar o chefe, por contrariar as recomendações da OMS e propagar o genocídio.

Janaína Paschoal diz que Bolsonaro é burro e que "não dá para votar nele em 2022"


"Muita gente vê assim, sei lá, algo de muito sábio. Eu não consigo ver. Para mim, é uma grande burrice. Porque ele poderia estar liderando esse momento, até para coordenar a reabertura em alguns locais", diz a deputada que fez o parecer usado no golpe de 2016
(Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados | José Cruz/Agência Brasil)
247 – A deputada estadual Janaína Paschoal (PSL-SP), autora do parecer comprado por R$ 45 mil para ser usado no golpe de estado de 2016 contra a ex-presidente Dilma Rousseff, agora diz que Jair Bolsonaro é burro e que será impossível votar nele em 2022. “Muita gente diz para mim: ‘Janaina, você tem que entender que ele está fazendo isso para chegar não sei onde’. Muita gente vê assim, sei lá, algo de muito sábio [nas atitudes do presidente]. Eu não consigo ver. Para mim, é uma grande burrice. Porque ele poderia estar liderando esse momento, até para coordenar a reabertura em alguns locais. Reabrir alguns locais não é ruim: a gente pode avaliar a evolução dos números, pode comparar onde está tudo fechado. É uma experiência nova para o mundo todo. Todos nós estamos inseguros sobre quais passos dar”, disse ele, em entrevista ao site Antagonista.
“Agora, quando ele adota uma postura de birra – porque, para mim, ele faz birra –, ele perde todo esse potencial de liderança. É nesse sentido que eu não consigo ver estratégia. Eu não consigo ver inteligência. E a falta de estratégia e inteligência é tal que não dá para votar nele em 2022. Porque ninguém aguenta mais esse inferno. Cada hora é uma confusão que ele cria, que os filhos criam, que aquele núcleo cria. O país, para evoluir, precisa de um pouco de tranquilidade”, concluiu a deputada, que também falou na possibilidade de as forças armadas se levantarem contra ele.
“Leia lá: qualquer dos poderes pode acionar as Forças Armadas, não só o Executivo. O que eu quis dizer foi que, na medida em que ele está criando o caos, podem acioná-las contra ele. Os bolsonaristas só leem a primeira metade do dispositivo”, complementou Janaina, após a entrevista.

ACOPIARA: PREFEITO E SECRETÁRIA DA SAÚDE FAZEM PRONUNCIAMENTO


Na tarde deste sábado (18), o prefeito de Acopiara Antônio Almeida Neto, juntamente com a Secretária da Saúde Fábia Almeida, fizeram pronunciamento em redes sociais, para divulgar o balanço das ações que o Poder Público Municipal vem desenvolvendo na prevenção e combate ao Covid-19.

Sempre que usou da palavra o prefeito Antônio Almeida pediu a ajuda da população, pois sem a compreensão do isolamento social, tudo que a administração faça será em vão.

Ao falar sobre o trabalho de desinfecção que acontece na cidade, o gestor municipal informou que os distritos também serão contemplados com essa ampla higienização e o primeiro será o distrito de Santo Antônio, onde ruas, praças, PSF, escolas, igrejas, órgãos públicos, serão desinfectados. A Vila de Santo Antônio causa uma certa preocupação das autoridades e por isso será o primeiro local na zona rural a ser atendido.

Antônio Almeida também disse que as 6.900 cestas básicas começaram a serem distribuídas hoje para os alunos matriculados na rede de ensino municipal, tanto os da sede, como os da zona rural. Explicou o porquê da demora, que foi em decorrência dos trâmites legais e ficou muito triste com o que vereadores de oposição fizeram, divulgando inverdades sobre a merenda escolar.

Também informou que autorizou à Cozinha Comunitária, localizada na Vila Esperança, que distribuísse diariamente 300 sopas para as pessoas mais carentes.

Mandou também confeccionar 20 mil máscaras feitas no próprio município, incentivando assim o empreendedorismo local e que a tendência nas próximas horas era de que possa baixar um decreto, onde todos os cidadãos que estiverem nas ruas deverão usar máscaras.

Pediu aos políticos da oposição que parassem com essa politicagem exagerada que existe atualmente no município e que os opositores peçam que seus deputados que foram votados aqui, ajudem ao povo acopiarense, se não quisessem doar dinheiro, que doassem produtos de higiene pessoal e mantimentos alimentícios.

No final de sua participação o prefeito disse:

"Vamos salvar o nosso povo... Vamos amenizar o sofrimento das pessoas... Vamos nos unir em torno da vida do povo de Acopiara... Juntos vamos enfrentar e vencer essa pandemia no município de Acopiara".

SECRETÁRIA FÁBIA TAMBÉM SE PRONUNCIOU

A Secretária da Saúde de Acopiara Fábia Almeida também se pronunciou à população e tratou mais da parte técnica de ações de enfrentamento e prevenção ao novo coronavírus.

A mesma chamou a atenção de que qualquer pessoa que tenha problemas no aparelho respiratório, deve procurar atendimento de urgência no hospital municipal.

Lembrou que Acopiara é o único município na região que conta com uma equipe de monitoramento exclusiva para casos de covid-19. 

Disse que uma unidade básica sentinela começará a funcionar na próxima semana para atender problemas gripais e respiratórios.

Informou que dois casos de óbito suspeitos de covid-19 foram descartados através de exames realizados pelo Lacen, que é o Laboratório Central do Governo do Estado e o responsável pelos exames oficiais no Ceará.

Sobre uma morte suspeita no dia de hoje, Fábia Almeida informou que foi realizado o teste rápido no cidadão falecido e que o teste deu negativo, mas mesmo assim enviou amostras para serem examinadas pelo Lacen em Fortaleza, afim de que ele comprove a negatividade do teste rápido ou não, pois é determinação da Secretaria da Saúde do Estado, todo esse procedimento. Agora é esperar o resultado vir da capital cearense.

Divulgou os últimos dados sobre o covid-19 em nosso município, informando que foram confirmados dois casos, onde as pessoas estão estáveis e 08 descartes.

A Secretária da Saúde falou também que foi montada uma equipe especialmente para dar apoio e atenção especial às famílias na Vila de Santo Antônio, onde surgiram casos e mortes suspeitas do novo coronavírus.

Lamentou também a falta de sensibilidade por parte dos políticos de oposição, que ao invés de ajudarem ,só atrapalham a atual administração, que vem fazendo o melhor para barrar essa pandemia.
     

CEARÁ: Governador Camilo Santana irá prorrogar decreto



Na tarde deste sábado, 18, o Governador Camilo Santana informou por meio de live que irá prorrogar o Decreto Estadual de N° 33.519 do dia 19 de março de 2020 para o enfrentamento da pandemia do novo coronavírus. 

O governador informou que o isolamento social, continua sendo a melhor maneira de salvar vidas. Ainda na live, Camilo voltou a criticar fortemente a disseminação das fake news. 

Camilo tratou ainda de informar que o estado do Ceará está fazendo 700 testes de coronavírus por dia e que a meta, é que sejam mil testes por dia. A dificuldade está, na aquisição destes testes.

O decreto do isolamento social tem sua validade até meia noite desta segunda-feira, 20. A nova data será divulgada no mesmo dia.

Com informações Cnews