Apesar das investigações sobre o caso de suposto hackeamento ainda
estar em andamento, o desembargador João Pedro Gebran Neto, do TRF4,
concluiu que os diálogos divulgados pelo site The Intercept e
reconhecidos pelos procuradores não são válidos nem podem ter
considerada sua “qualidade” e negou acesso da defesa do ex-presidente
Lula às mensagens
Segundo o desembargador, a “ilegalidade da obtenção do material” torna “impossível o seu aproveitamento” na ação. Apesar das investigações sobre o caso de suposto hackeamento ainda estar em andamento e nada até agora provar que o conteúdo revelado tem ligação com tais hackers, Gebran concluiu que os diálogos divulgados pelo site The Intercept e reconhecidos pelos procuradores, não são válidos nem podem ter considerada sua “qualidade”.
E acrescenta: “Por todo esse conjunto de fatores, sobretudo pela ilegalidade da obtenção do material e, por isso, sendo impossível o seu aproveitamento pela sua ilicitude, não há como acolher a pretensão da defesa”, completa.
Vale lembrar que Gebran também foi citado na Vaza Jato. A revista Veja em parceria com o The Intercept divulgou conversas em que Deltan Dallagnol, procurador chefe da força-tarefa, fala de encontro com Gebran em que o desembargador teria dito que as provas do caso Adir Assad, um dos operadores de propinas da Petrobras e de governos estaduais, seriam fracas.
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