O Procurador-Geral da República pediu que o STF abra inquérito para
apurar crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo,
advocacia administrativa, prevaricação e obstrução de justiça
possivelmente cometidos por Bolsonaro e delatados pelo ex-ministro Moro
nesta sexta-feira
A PGR aponta crimes de falsidade ideológica, coação no curso do processo, advocacia administrativa, prevaricação, obstrução de justiça, corrupção passiva privilegiada, denunciação caluniosa e crime contra a honra.
A decisão de abertura do inquérito precisa de aval do Supremo, que é dado pelo ministro relator ainda não definido.
“Indica-se, como diligência inicial, a oitiva de Sergio Fernando Moro, a fim de que apresente manifestação detalhada sobre os termos do pronunciamento, com a exibição de documentação idônea que eventualmente possua acerca dos eventos em questão", acrescenta.
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