Com o Basquete Cearense, Bial reencontra o Joinville
20.12.2012
Um pai não faz distinção entre seus filhos. A máxima não é seguida pelo técnico do Basquete Cearense, Alberto Bial. "Eu só tenho um filho, o Basquete Cearense. Filho único!", brinca o treinador da equipe nordestina.
Bial, antes de fundar o Sky/Basquete Cearense, dirigiu o Joinville por seis anos. O treinador foi um dos grandes responsáveis pela criação do projeto da equipe na cidade catarinense.
Um ano e quatro meses depois de Bial se desligar do ex-time, Basquete Cearense e Joinville se enfrentam hoje, às 20h, no Ginásio Poliesportivo da Unifor, disputando a oitava posição no Novo Basquete Brasil (NBB).
"A vida é tão dinâmica e o mundo dá tantas voltas que essas coisas acabam acontecendo. Uma equipe que eu ajudei a formar agora é minha adversária. Mais cedo ou mais tarde isso aconteceria. Confesso que não pensei muito na situação", garante Bial.
O novo Joinville
Bial, ao vir para o Ceará, não trouxe apenas a filosofia que levou o Joinville a boas campanhas no NBB. O time cearense também recebeu André Góes, Jimmy Dreher, Guilherme Schneider e Adriano Machado, que já passaram pela equipe sulista.
Os dois primeiros são catarinenses e viveram boa parte de suas vidas em Joinville, tendo inclusive jogado nas categorias de base do time da cidade.
Para Goés, o estilo de jogo do Joinville dos último anos pode ser melhor relembrado ao se assistir o Basquete Cearense do que com o elenco atual dos rivais. "O time deles mudou totalmente desde a saída do Bial. O Joinville de antigamente é mais parecido com o Basquete Cearense de hoje", explica.
A opinião é compartilhada com Schneider. "A forma de trabalhar, o estilo das jogadas e a filosofia é mesma que nós tínhamos em Joinville", diz.
Outra peça que Bial trouxe consigo de Joinville é o seu auxiliar técnico Espiga, que também jogou pela equipe catarinense por cinco temporadas.
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